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Contos, cantos e batuque reverenciam a ancestralidade e marcam o segundo dia do festival de arte negra de belo horizonte

Na noite do último domingo, 5, o batuque de Ermi Panzo em “A Voz do meu corpo africano bantu” no Teatro Marília formaram uma melodia eufórica em reverência aos ancestrais. Na performance, o artista angolano apresentou suas vivências sobre a arte e cultura africana na diáspora em um experimento refletiu criatividade, protagonismo negro a partir da cultura do matriarcado e saudação a grande mãe África.

O artista angolano Ermi Panzo, residente em São Paulo, encerrou o segundo dia do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Entre contos, cantos e batuques, a apresentação de  Ermi Panzo  “As práticas ancestrais são pautadas no princípio do fazer. Para nós, bantús, os batuques são diálogo e a melodia eufórica é reverência aos ancestrais. Há um portal lá em cima”, afirma.

Ermi Panzo é um artista polivalente: escritor, poeta declamador, consultor e estruturador de textos literários, coreógrafo, bailarino e performer. Em Angola, seu país de origem, coordena o Projeto Carta e é membro do Movimento Berço Literário. No Brasil presidiu palestras, workshops em instituições como SESC e Universidade Federal de Santa Catarina. É Campeão do 1º Concurso de Palavra Falada de Angola e um dos 8 melhores poetas do festival The Spoken Word Project, realizado pelo Goethe Institut de Joanesburgo.

Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC)., CANTOS E BATUQUE REVERENCIAM A ANCESTRALIDADE E MARCAM O SEGUNDO DIA DO FESTIVAL DE ARTE NEGRA DE BELO HORIZONTE

Na noite do último domingo, 5, o batuque de Ermi Panzo em “A Voz do meu corpo africano bantu” no Teatro Marília formaram uma melodia eufórica em reverência aos ancestrais. Na performance, o artista angolano apresentou suas vivências sobre a arte e cultura africana na diáspora em um experimento refletiu criatividade, protagonismo negro a partir da cultura do matriarcado e saudação a grande mãe África.

O artista angolano Ermi Panzo, residente em São Paulo, encerrou o segundo dia do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte. Entre contos, cantos e batuques, a apresentação de  Ermi Panzo  “As práticas ancestrais são pautadas no princípio do fazer. Para nós, bantús, os batuques são diálogo e a melodia eufórica é reverência aos ancestrais. Há um portal lá em cima”, afirma.Ermi Panzo é um artista polivalente: escritor, poeta declamador, consultor e estruturador de textos literários, coreógrafo, bailarino e performer. Em Angola, seu país de origem, coordena o Projeto Carta e é membro do Movimento Berço Literário. No Brasil presidiu palestras, workshops em instituições como SESC e Universidade Federal de Santa Catarina. É Campeão do 1º Concurso de Palavra Falada de Angola e um dos 8 melhores poetas do festival The Spoken Word Project, realizado pelo Goethe Institut de Joanesburgo.

Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).

Foto Paulo Oliveira

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Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

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Mestre interdisciplinar em Humanidades. Mestre em arte. Doutorando em Educação. Pesquisador, Jornalista, Ensaísta e Professor. Escritor independente. Publicações: “Mãe, Pai & Lógunède”, 2015; “Aproximação dialógica: Cosmogonias grega e iorubá”, 2019; “Sereia presa na caixa d’água: AXÉ I - A senhora da garrafa”, 2020; “A leitura da arte afrodiaspórica por meio do xirê do candomblé”, 2024 entre outras publicações.
Certamente alguns de vocês estiveram conosco por ocasião dos dois momentos, que criamos para lançar a 25ª edição da nossa Revista Canjerê, em dezembro do ano passado.
Com histórias de pessoas que foram beneficiadas pela lei de cotas ao mesmo tempo em que reconstrói a trajetória de até a aprovação da lei.