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A 26ª edição da Revista Canjerê reúne reportagens, entrevistas e colunas sobre cultura africana e afro-brasileira, com destaque para Bárbara Carine, Madu Costa, Gabre, Roger Deff, DJ Iza Black e iniciativas que evidenciam arte, ancestralidade, educação, música, audiovisual e protagonismo negro. A edição também traz reflexões sobre temas sociais e homenageia Carolina Maria de Jesus com a publicação de um de seus poemas.
A 26ª edição da Revista Canjerê reúne reportagens, entrevistas e colunas sobre cultura africana e afro-brasileira, com destaque para Bárbara Carine, Madu Costa, Gabre, Roger Deff, DJ Iza Black e iniciativas que evidenciam arte, ancestralidade, educação, música, audiovisual e protagonismo negro. A edição também traz reflexões sobre temas sociais e homenageia Carolina Maria de Jesus com a publicação de um de seus poemas.
A edição comemorativa de 30 anos do FAN BH parte do conceito de tempo espiralar, formulado pela filósofa, dramaturga e ensaísta Leda Maria Martins, que propõe uma leitura do tempo como movimento circular, não-linear e dinâmico.
A equipe da Revista Canjerê disponibiliza nessa edição matérias e entrevistas que rompem fronteiras!

PUBLICAMOS PARA QUEM GOSTA DE LER SOBRE PAUTAS NEGRAS

A Revista Canjerê é uma produção independente e colaborativa, produzida por pesquisadores, jornalistas, ilustradores, designers etc. Os conteúdos publicados desde 2015 têm como foco a promoção e valorização da arte e da cultura de matriz africana e afro-brasileira.

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A equipe da Revista Canjerê esteve em Santa Bárbara no mês de janeiro deste ano e de lá, fomos a Brumal, distrito desta cidade. Em Brumal tivemos a felicidade de conhecer Maria Lúcia da Cunha, Mestre, Artesã e detentora do "Modo de Fazer Bonecas de Palha", patrimônio imaterial registrado em Santa Bárbara/MG pelo Decreto nº 2.778/2014 e revalidado em 2024 pelo Conselho Mun. do Patrimônio Cultural.
Poeta, em que medita? Por que vives triste assim? É que eu a acho bonita E você não gosta de mim. Poeta, tua alma é nobre És triste, o que o desgosta? Amo-a. Mas sou tão pobre E dos pobres ninguém gosta.
A rapper mineira Tamara Franklin encerra seu ciclo de lançamentos de 2026 com a faixa Mala, já disponível nas plataformas digitais. Lançada em 9 de abril, a música dá continuidade à narrativa construída pela artista, com produção de Abu e criação em parceria com Lukynha. Inspirado na gíria belorizontina, o single traz um storytelling marcado por estratégia, vivência urbana e presença, reforçando o momento de maior projeção da artista. O lançamento conta ainda com videoclipe oficial no YouTube.
Certamente alguns de vocês estiveram conosco por ocasião dos dois momentos, que criamos para lançar a 25ª edição da nossa Revista Canjerê, em dezembro do ano passado.
Desde sua criação, em 2019, o Quilombo Aéreo já impactou mais de mil pessoas em todo o Brasil. O alcance vai além da formação técnica, envolvendo também familiares dos alunos, profissionais já inseridos no setor e ações sociais em diferentes contextos
A Filmes de Plástico, nascida em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, já faz história há 17 anos. Fundada pelo produtor Thiago Macêdo Correia e pelos cineastas André Novais Oliveira, Gabriel Martins e Maurílio Martins, a produtora está à frente de curtas e longas premiados, com circulação nacional e internacional.
Com uma técnica de pintura bastante apurada, Gabre retrata, dentre outras temáticas, figuras masculinas negras, carregando-as de aspectos sensíveis e delicados
"Sou outra pessoa depois da imersão ao Reino Sagrado do Benin." Madu Costa
O diferencial dessa nova edição está nas duplas, já que MCs que participaram do primeiro álbum puderam convidar outros artistas da cena local e demonstraram que a capital mineira não só respira rap há muito tempo, mas também traz uma variedade intergeracional de artistas que permanece desconhecida do grande público, mas que segue em caminhadas muito sólidas
O Guia de Enfrentamento ao Racismo resulta das reflexões do Comitê Gestor de Convivência Escolar, do diálogo com as escolas e da análise conjunta de estudos de caso entre SESI e SENAI, atendendo às especificidades do ambiente escolar.
Zenilda Diogo iniciou sua vida profissional no cartório de registro civil da cidade, experiência que trouxe reconhecimento social e abriu novas perspectivas.

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