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Editorial

Olá! Chegamos à 26 edição da Canjerê – valorização e promoção da cultura africana e afro-brasileira.

Contamos o que te espera de leitura: na matéria de capa. A Intelectual Diferentona, Bárbara Carine, fala sobre o seu sucesso como influencer, seu percurso universitário, livros, Escola Maria Filipa e tantos outros projetos.

A escritora e contadora de histórias, Madu Costa, madrinha do Casarão das artes, escreveu sobre a sua viagem ao Benin, na coluna África. Muitas descobertas sobre as nossas ancestralidades. 

Gabre é o artista que foi perfilado na coluna Ensaio pela professora e pesquisadora Maria Luiza Viana. Ela traçou um perfil sobre as artes do artista Gabriel de Souza, conhecido como Gabre.  

Na seção Canjerê, narramos para você o lançamento da 25ª edição, falamos sobre a Roda de Conversa que fizemos em março, debatendo a alta escalada do feminicídio, além de outras agendas que o Casarão empreendeu ao longo do semestre.

O MC Roger Deff, na coluna Música, destaca o projeto 92BPM, criado em 2023, pela produtora artística Totty Soraia e o produtor musical Preto C.

Na coluna Gente do Canjerê, a jornalista Jaice Amanda escreveu sobre Zenilda  Diogo,  uma jovem senhora que acompanha com atenção e carinho as agendas culturais do Casarão das Artes e da Revista Canjerê, desde o seu início.

Dj Iza Black é o entrevistado dessa edição pelo também DJ. professor e pesquisador Leo Olivera. Black foi influenciado pelo Blues e o Gospel, estilos musicais dos negros estadunidenses.

Na coluna Olhar Social, a jornalista Naiara Rodrigues narra sobre o Quilombo Aéreo: a iniciativa busca ampliar presença negra na aviação brasileira. 

O jornalista Adilson Marcelino escreve sobre a série O Natal dos Silva, em que a moçada da produtora Filmes de Plástico coloca parte da realidade de famílias negras em cena.

Sandrinha, jornalista e mestra de Cerimônias, escreveu sobre a trajetória de Cledson Paixão, empresário divinopolitano, que iniciou a carreira fazendo pequenas excursões.

 O poema escolhido para essa edição foi Poeta, em que medita?, da gigante Carolina Maria de Jesus.

Que a sua leitura seja frutífera! Obrigada por acompanhar a nossa produção.

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Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

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A abertura da Mostra de Cinema de Tiradentes nesta sexta-feira, contou com performances em tom político que ressaltaram a força da arte enquanto expressão essencial para humanidade. Sob a temática que rege a 22a edição do festival, “Corpos Adiante”, a noite teve trilha sonora executada ao vivo pelo Barulhista, e performances de artistas como Elisa Nunes, Gláucia Vendeveld, Nívia Sabino, Rejane Faria e Zora Santos.
O diferencial dessa nova edição está nas duplas, já que MCs que participaram do primeiro álbum puderam convidar outros artistas da cena local e demonstraram que a capital mineira não só respira rap há muito tempo, mas também traz uma variedade intergeracional de artistas que permanece desconhecida do grande público, mas que segue em caminhadas muito sólidas