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Palco Giratório conecta cenas de cinco estados na Grande BH

Rosália Diogo

O Palco Giratório realizou mais uma edição na Grande BH entre os dias 14 e 30 de agosto, reunindo artistas de diferentes regiões do país em uma programação dedicada às artes cênicas. O Casarão das Artes Negras esteve presente na abertura, prestigiando o início das atividades em Belo Horizonte.

Realizado pelo Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, o projeto levou à capital mineira e a Santa Luzia grupos de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Norte.

Ao longo de duas semanas, o público acompanhou espetáculos de teatro e dança, intervenções urbanas, oficinas, intercâmbios e bate-papos. A programação ocupou diferentes espaços culturais da região, entre eles Sesc Palladium, Sesc Tupinambás, Sesc Santa Luzia, UFMG, Teatro Francisco Nunes, Teatro Marília, Galpão Cine Horto e Feira Hippie.

Mais do que promover a circulação de espetáculos, o Palco Giratório possibilita o encontro entre artistas locais e grupos de diferentes territórios brasileiros, ampliando trocas, repertórios e experiências. Nesta edição, a programação atravessou temas como ancestralidade, memória, identidade, infância, imigração, saúde mental, diversidade e cultura ballroom.

A presença do Casarão das Artes Negras na abertura também reforçou a importância de acompanhar e fortalecer iniciativas que promovem encontros entre diferentes linguagens, territórios e perspectivas no cenário cultural.

Leia mais: Nosso Segredo

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Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

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