Nóticias > Elza Soares será cidadã honorária de Belo Horizonte

Elza Soares será cidadã honorária de Belo Horizonte

“O meu país é meu lugar de fala”. Os versos de Elza Soares, na música “O Que Se Cala”, pode retratar, também, a trajetória de destaque da cantora que emprestou a sua voz para muitas mulheres, para o movimento negro e para a arte brasileira. O seu ritmo emociona milhões de pessoas, inclusive em Minas Gerais. Como forma de agradecimento, a Câmara Municipal vai homenageá-la com o título de cidadã honorária de Belo Horizonte no dia 10 de maio, às 19h30, por indicação do vereador Gilson Reis (PCdoB).

Filha de pais mineiros, Elza Soares tem relação íntima com o estado e com a capital mineira. “Eu estou realmente muito emocionada, este título de cidadã honorária me deixa vingada. Minha família é toda mineira, como é que não fico contente? Uai, diz pra mim? Estou muito feliz, não sei como será no dia, aí eu vou chorar”, brinca a ícone da música brasileira.

Elza Soares foi eleita pela BBC a melhor cantora do milênio e é referência na luta contra o preconceito e pelo respeito. “É muita honra homenagear essa grande guerreira, tem uma trajetória de vida sofrida e vitoriosa. Ela é exemplo para todos nós. Elza Soares é cidadã do mundo”, afirma Gilson Reis.

A reunião solene, aberta ao público, vai reunir centenas de artistas e personalidades mineiras na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

  • Entrega de título de Cidadã Honorária de Belo Horizonte a cantora Elza Soares
  • Data: 10 de maio
  • Horário: 19h30
  • Local: Plenário Amynthas de Barros, na Câmara Municipal de Belo Horizonte

Essa postagem foi possível graças a um dos nossos parceiros:​

Editorial Revista Canjerê

Você também pode gostar

Está em cartaz no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), de Belo Horizonte, exposição retrospectiva do artista Jean-Michel Basquiat (1960-1988), inédita no país, com mais de 80 quadros, desenhos e gravuras. Ele desenvolveu um estilo novo e expressivo e tornou-se um dos destaques da retomada da pintura figurativa na década de 1980. A obra personifica o caráter de Nova Iorque nos anos 70 e 80, quando a mistura de empolgação e decadência criou um paraíso de criatividade. A mostra segue até 24 de setembro e pode ser vista de quarta a segunda, das 9 às 21 horas, no centro cultural localizado na Praça da Liberdade. A entrada é gratuita.