Biografias > Roger Deff é colunista da Revista Canjerê

Roger Deff é colunista da Revista Canjerê

Foto:Cisa Otoni

Roger Deff é rapper e pesquisador da cena de Belo Horizonte. Lançou os álbuns “Etnografia Suburbana” (2019), “Pra Romper Fronteiras” (2021) e “Alegoria da Paisagem” (2023). A música Etnografia Suburbana é parte da trilha sonora da novela “Volta Por Cima” ( 2024) e o rapper assina desde 2019 a trilha sonora de abertura do programa Rolê nas Gerais, ambas na TV Globo.
É Mestre em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais, especialista em Produção e Crítica Cultural pela PUC, graduado em Jornalismo pela mesma instituição. Publicou artigos sobre Hip Hop para o jornal Estado de Minas e ensaios para o livro Mundos Possíveis – Culturas em Pensamento (2020) e revista Insurgências (2022), da editora UFMG.

Essa postagem foi possível graças a um dos nossos parceiros:​

Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

Você também pode gostar

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, a Cia Baobá Minas realiza a 9ª edição do Prêmio Zumbi de Cultura. Ao todo 11 personalidades negras serão homenageadas em solenidade realizada no Grande Teatro do Sesc Palladium às 19h, com preço popular de R$ 2,00 (dois reais) inteira.
A baixa representatividade étnico-racial e de gênero é uma das características históricas da sociedade brasileira. Nos três Poderes da República, homens brancos predominam em cargos de gestão e comando. Quando se analisa apenas o Poder Legislativo Nacional, essas são as características do Senado na legislatura passada corrente: dos 54 senadores eleitos em 2018, apenas sete são mulheres; dessas nenhuma é negra. Optamos propositalmente por citar dados da gestão anterior e não dessa porque com as cotas houve diversas pessoas que até então se autodeclararam brancas, e depois de ser instituída uma reserva de verbas destinadas a candidatos negros e candidatas negras passaram a se declararem negras de forma muito suspeita e portanto não necessariamente a autodeclaração condiz com a verdade.