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Mudungaze é colaborador da Revista Canjerê

Crédito: Mariano Silva

Mudungaze, nasceu em Maputo, aqui se fez, mas não bastou e seguiu para conhecer outros horizontes. Sempre gostou de colecionar objetos, livros, notas antigas, moedas e quase tudo que fosse dado por desperdício. Trabalhou em várias vertentes artísticas do teatro a música. Amante de  a r t e e l i t e r a t u r a s e m p r e t r a b a l h o u c o m c o m u n i c a ç ã o  e tem uma base evoluída em vídeo e performance. Mudungaze tenta por meio do seu trabalho de consciencialização ambiental usar a arte para combater a ordem instalada das coisas e resgatar alguns valores culturais africanos. Mudungaze pode ser considerado um artista plástico contemporâneo mais audacioso, tendo em 2017 usado os escombros de um edifício abandonado em Maputo para fazer a sua primeira exposição individual, explorando novos  espaços, não convencionais para mostrar e fazer arte, ainda em 2017 participou numa exposição coletiva no Centro Cultural Moçambicano Alemão com os artistas: Butcheca, Matchakossa, Nely Guambe, Zeferino e Dalito.
 

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Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

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A exposição “Ancestral: Afro-Américas” desembarcou em Belo Horizonte, no dia 08 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil. Reunindo mais de 130 obras de artistas afrodescendentes do Brasil e dos Estados Unidos. A exposição celebra as conexões entre a herança africana e a arte contemporânea no Brasil e nas Américas, destacando a ancestralidade como uma grande fonte de criatividade artística.
Mestre interdisciplinar em Humanidades. Mestre em arte. Doutorando em Educação. Pesquisador, Jornalista, Ensaísta e Professor. Escritor independente. Publicações: “Mãe, Pai & Lógunède”, 2015; “Aproximação dialógica: Cosmogonias grega e iorubá”, 2019; “Sereia presa na caixa d’água: AXÉ I - A senhora da garrafa”, 2020; “A leitura da arte afrodiaspórica por meio do xirê do candomblé”, 2024 entre outras publicações.
À frente da Essência Afro, Marinara Andreza e Miguel Oliveira acreditam que é  possível fomentar o Black Money e emancipar a comunidade por meio de uma comunicação mais empática e humanizada.