A jornalista, escritora e pesquisadora integrou a programação do XVIII Congresso Internacional de Cidades Educadoras, realizado em Granollers, na Espanha
A editora da Revista Canjerê, escritora, pesquisadora e ativista cultural Rosália Diogo participou do XVIII Congresso Internacional de Cidades Educadoras, realizado em Granollers, na Espanha, um dos principais fóruns internacionais dedicados à discussão sobre educação, cultura, cidadania e transformação social. O evento reuniu especialistas, gestores públicos, pesquisadores, artistas e lideranças de diferentes países para refletir sobre os desafios e as possibilidades das cidades como espaços de aprendizagem, convivência e construção democrática.
Rosália integrou a programação oficial do congresso na sexta-feira (29), ao lado da fotógrafa hispano-brasileira Angélica Dass, criadora do projeto internacional Humanæ. O diálogo, mediado por Agnès Boixader, teve como tema “Cidades que acolhem as diferenças”, dentro do eixo dedicado à criatividade.

Sua participação levou para o debate internacional reflexões sobre identidade, pertencimento, diversidade cultural e o papel da educação na construção de sociedades mais inclusivas. Ao compartilhar experiências e perspectivas desenvolvidas a partir de sua trajetória acadêmica, jornalística e cultural, a pesquisadora contribuiu para ampliar as discussões sobre como as cidades podem atuar no enfrentamento das desigualdades e na valorização das diferentes formas de existir e ocupar os espaços urbanos.
O congresso é promovido pela Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE) e reúne representantes de diversas partes do mundo em torno da ideia de que a educação ultrapassa os limites da escola e deve estar presente nas políticas públicas, nos equipamentos culturais, nos espaços de convivência e nas relações construídas diariamente nas cidades.
“Participar do Congresso Internacional de Cidades Educadoras, em Granollers, foi uma experiência muito significativa. Foi um espaço de crescimento, aprendizado e muitas trocas. O que mais me emocionou foi caminhar pelas ruas da cidade e ser reconhecida por estudantes que haviam pesquisado e estudado a trajetória das pessoas convidadas para o congresso. Eles me chamavam pelo nome e isso me marcou profundamente”, relata Rosália Diogo.
A presença da pesquisadora no congresso reforça o papel da produção intelectual brasileira nos debates globais sobre cultura, direitos humanos e cidadania, além de ampliar a visibilidade de temas que atravessam a realidade de populações historicamente marginalizadas em diferentes partes do mundo.

