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Robson Di Brito é colunista da Revista Canjerê

Robson Di Brito é jornalista, escritor e professor.Mestre em Humanidades (UFVJM) e Mestre em Artes (UEMG).

Mestre interdisciplinar em Humanidades. Mestre em arte. Doutorando em Educação. Pesquisador, Jornalista, Ensaísta e Professor. Escritor independente. Publicações: “Mãe, Pai & Lógunède”, 2015; “Aproximação dialógica: Cosmogonias grega e iorubá”, 2019; “Sereia presa na caixa d’água: AXÉ I – A senhora da garrafa”, 2020; “A leitura da arte afrodiaspórica por meio do xirê do candomblé”, 2024 entre outras publicações.

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Rosalia Diogo

Jornalista, professora, curadora do Casarão das Artes Negras, chefe de redação da Revista Canjerê, Dra em Literatura, Pós-doutora em Antropologia.

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Há um corpo de 2.000 línguas da África subsaariana estudadas por Bleck em 1862 e concluiu-se que em todas elas, a palavra que designa gente é muNTU (ser humano); baNTU é o plural (seres humanos). Sabemos que as pessoas que falavam as línguas protobanto há pelo menos 3.000 anos antes da era cristã, migraram e dispersaram para a costa do Oceano Índico, para a África Central (Kongo/Angola) e o para o sul do continente. Os bantus criavam gado, conheciam a metalurgia do ferro, utilizavam embarcações que cruzavam os grandes rios da floresta equatorial, eram pescadores e agricultores que fundiram a enxada (metal).
Mabjeca Tingana nasceu em Maputo, região de sul de Moçambique.É Escritor, Declamador Bantu, Tradutor na Língua Changana.